Um projeto poético, emocionante e lindo que para a Movimenta Filmes, chegou como mais uma oportunidade de mergulhar fundo no mundo do teatro e seus bastidores. Devido à intensa parceria criativa entre a documentarista Luciana Salvatore com a autora, Isabela Sacramento, fomos convidados não só a fotografar, filmar e registrar momentos tão incríveis mas também a atuarmos diretamente na programação visual e criação das peças de suporte e marketing. Uma imensa honra!
Instagram: @pracadasestrelas
Pra Cá Das Estrelas?
Um espetáculo solo, onde Isabella Sacramento, uma professora apaixonada pelas palavras, revisita a rica herança deixada por seu pai, um poeta que via a vida como uma constelação de histórias. Em um palco minimalista, entre livros antigos, estrelas sonhadas e memórias fragmentadas, ela compartilha sua jornada de descoberta, luto e celebração.
A peça entrelaça momentos autobiográficos e trechos da obra do pai, revelando como seus ensinamentos — sobre a beleza na simplicidade, a coragem de criar e a importância de se guiar pelas próprias “estrelas” — moldaram a visão de Isabella sobre o mundo.
Com poesia, música e toques de humor, Pra Cá das Estrelas é um espetáculo intimista e emocionante que convida o público a refletir sobre os legados que recebemos e as constelações que criamos com eles em nossas próprias vidas. Uma homenagem tocante à força da poesia e à eternidade das histórias.
Sobre a autora, Isabella Sacramento
Engenheira, empreendedora, mãe, escritora, atua como professora nas áreas de comunicação e empatia Palestrante e curadora TEDx, realiza Design de Conexões em Empresas e é fundadora do Artes da Liderança.
Doutora em Administração pelo Coppead, apaixonada por conectar pessoas e ideias, vivenciou diversas culturas ao redor do mundo e participa utilizando arte como agente transformador para pessoas e empresas que se reinventam.
A diretora, Valéria Martins
“Valéria Martins põe em jogo suas múltiplas ferramentas, constituídas ao longo de anos dedicados à cultura, uma obra múltipla de significações, um experimento poético-sensorial-plástico-sonoro. Nós, espectadores, também cenários ou quase personagens, imergimos numa cena inquieta e investigativa, atentos, experimentamos um outro tempo, o contemporâneo deslocado, imbuídos de sensações poéticas, mas, depois, de pensamentos políticos.“ Adriana Schneider, Atriz, diretora e pesquisadora de teatro, professora do Curso de Direção Teatral da UFRJ











